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O seguinte blog, abordará assuntos inerentes a disciplina Sociologia das Organizações,
postando comentários, textos, trabalhos e assuntos discutidos em sala.



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Pietá

A Pieta (em português Piedade) de Michelangelo é talvez a Pietá mais conhecida e uma das mais famosas esculturas feitas pelo artista. Representa Jesus morto nos braços da Virgem Maria. A fita que atravessa o peito da Virgem Maria traz a assinatura do autor, única que se conhece: MICHAEL ANGELUS. BONAROTUS. FLORENT. FACIEBA(T), ou seja, «Miguel Angelo Buonarotus de Florença fez.»
Fica na basílica de São Pedro, na primeira capela da alameda do lado direito. Desde que a estátua foi atacada em 1972, está protegida por um vidro a prova de bala. Tem 174 centímetros por 195 centímetros e é feita em mármore.
História
Em 21 de setembro de 1498 o cardeal francês Jean Bilhères de Lagraulas encomendou a Miguel Ângelo uma imagem da Virgem para a Capela dos Reis de França, para a antiga basílica de São Pedro.
Juntando capacidades criadoras geniais a uma técnica perfeita, o artista toscano criou então a sua mais acabada e famosa escultura: a Pietá. O tema vem da Europa do Norte, a dor de Maria sobre o corpo morto do filho, mas Michelangelo abandonou o realismo cruel típico do gênero em favor de uma visão idealizada.
Iniciara-se como artista ainda durante o Quatrocento, em Florença, onde trabalhou para os Médicis, mas a Pietá foi a sua primeira grande obra escultórica. Trata-se de um trabalho de admirável perfeição, organizado segundo um esquema em forma de pirâmide, um formato muito utilizado pelos pintores e escultores renascentistas.
Nesta obra delicada o artista encontrou a solução ideal para um problema que preocupara os escultores do Primeiro Renascimento: a colocação do Corpo de Jesus Cristo morto no regaço de Maria. Para isso alterou deliberadamente as proporções: o Cristo é menor que a Virgem, que é para dar a impressão de não esmagar a Mãe e mostrar que é seu Filho, para não “sair” do esquema triangular. A Virgem Maria foi representada muito jovem e com uma nobre resignação: a expressão dolorosa do rosto é idealizada, contrastando com a angústia que tradicionalmente os artistas lhe imprimiam. Torna-se assim evidente a influência do “pathos” dos clássicos gregos. E o autor imaginou a juventude de Maria, objeções que erguem contra ele seus críticos, como sua expressão de sua pureza incorruptível.
O requinte e esmero da modelação e o tratamento da superfície do mármore, polido como um marfim, deram-lhe a reputação de uma das mais belas esculturas de todos os tempos. Importante como o autor conseguiu harmonizar a figura horizontal do Cristo, estendido sobre os joelhos da mãe, como que inserido entre suas amplas vestes, com a figura « vertical» de Maria.
Michelangelo tinha 23 anos. Em função da pouca idade, muitos não acreditaram que fosse o autor. Assim, por isso teria inscrito o nome na faixa que atravessa o peito de Maria.

TEMPOS MODERNOS

Tempos Modernos é uma história sobre
a indústria, a iniciativa privada e a
humanidade em busca da felicidade.

(Charles Chaplin, em frase no início do filme)
O filme tempos modernos conta a historia de um
operario, que trabalhava em uma fabrica fazendo
movimentos repetitivos em uma crise de stress
começa a apertar tudo que acha parecido com parafusos.
Após o incidente é demetido e internado em um hospital,
ao sair se depara com a fabrica fechada em meio a multidão
é confundido com um manifestante e vai para a cadeia pouco tempo
depois ele sai por cooperar com a policia, nesse momento conhece
uma moça orfã que luta contra a fome a miseria e tem de roubar
para comer, em uma de suas investidas conhece carlitos, que ajuda
a moça assumindo a culpa pelo roubo de um pão, a policia percebe
o engano o solta e prende a moça, nosso operario ao arma um jeito
de ser preso junto com a moça no caminho para a prisão ocorre um
acidente e os dois fogem juntos.
O operario consegue emprego em uma loja, mas pouco tempo é despedido
por não conseguir evitar um assalto e dormir no trabalho, acaba conseguindo outro emprego agora fazendo manutenção das maquinas em uma fabrica. Em meio a uma greve carlitos é preso por desacato a um policial
poucos dias depois é liberado e a jovem o aguarda na saída os dois vão morar em um barraco proximo ao lago.
A moça passa a trabalhar como dançarina e logo depois consegue trbalho para
nosso querido trabalhador, mas novamnete apolicia entra na historia agora para prendê-la eles fogem e terão de começar tudo de novo.
Acredito que a obra prima tempos modernos apesar da idade é bem atual,pois,
trata de uma historia que tem como plano de fundo a necessidade de se viver em uma vida moderna e suas dificuldades ser feliz prospero e pproduzir.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

KARL MARX

Karl Marx


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa

Karl Marx



Nome completo Karl Heinrich Marx

Nascimento 5 de Maio de 1818

Tréveris, Renânia-Palatinado

Alemanha

Morte 14 de março de 1883 (64 anos)

Londres, Inglaterra

Reino Unido

Nacionalidade Alemã

Ocupação Economista, sociólogo, historiador e filósofo

Magnum opus O Capital

Escola/tradição Marxismo (co-fundador, junto com Engels)

Principais interesses Sociologia, economia, história, política, teoria social, ideologia

Idéias notáveis transição gradual para o comunismo,ditadura do proletariado,materialismo histórico, materialismo dialético, socialismo científico, modo de produção, mais-valia, luta de classes, teoria marxista da ideologia, teoria marxista da alienação

Influências Spinoza, Kant, Hegel, Feuerbach, Rousseau, Vico, Robert Owen, Charles Fourier, Dante, Goethe, Ésquilo, Balzac, Adam Smith, David Ricardo, Proudhon

Influenciados Marxistas, Mikhail Bakunin, Karl Kautsky, Antonio Labriola, Benedetto Croce, Rosa Luxemburgo, Leon Trotsky, Vladimir Lênin, Georg Lukács, Henri Lefebvre, Antonio Gramsci, Lucien Goldman, Max Weber, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse, Walter Benjamin, Erich Fromm, Louis Althusser, Guy Debord, Galvano Della Volpe, Lucio Colletti, Domenico Losurdo, Slavoj Zizek, Jon Elster, Claude Lévi-Strauss, Bertold Brecht, Jean-Paul Sartre, Maurice Merleau-Ponty, Fredric Jameson, Terry Eagleton, Eric John Hobsbawm, E. P. Thompson, Marshall Berman, Peter Dews, Fernand Braudel, Wilhelm Reich

Assinatura



Karl Heinrich Marx (Tréveris, 5 de maio de 1818 — Londres, 14 de março de 1883) foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista.



O pensamento de Marx influencia várias áreas, tais como Filosofia, História, Sociologia, Ciência Política, Antropologia, Psicologia, Economia, Comunicação, Arquitetura, Geografia e outras. Em uma pesquisa realizada pela Radio 4, da BBC, em 2005, foi eleito o maior filósofo de todos os tempos.[1]




Karl Marx adolescente.Karl Marx foi o 7º de sete filhos, de origem judaica de classe média da cidade de Tréveris, na época no Reino da Prússia. Sua mãe, Henri Pressburg (1771–1840), era judia holandesa e seu pai, Herschel Marx (1759–1834), um advogado e conselheiro de Justiça. Herschel descende de uma família de rabinos, mas se converteu ao cristianismo luterano em função das restrições impostas à presença de membros de etnia judaica no serviço público, quando Marx ainda tinha seis anos.[2] Seus irmãos eram Sophie (d. 1883), Hermann (1819-1842), Henriette (1820-1856), Louise (1821-1893), Emilie (adotado por seus pais), Caroline (1824-1847) e Eduard (1834-1837).



Em 1830, Marx iniciou seus estudos no Liceu Friedrich Wilhelm, em Tréveris, ano em que eclodiram revoluções em diversos países europeus. Ingressou mais tarde na Universidade de Bonn para estudar Direito, transferindo-se no ano seguinte para a Universidade de Berlim, onde o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, cuja obra exerceu grande influência sobre Marx, foi professor e reitor.[2] Em Berlim, Marx ingressou no Clube dos Doutores, que era liderado por Bruno Bauer. Ali perdeu interesse pelo Direito e se voltou para a Filosofia, tendo participado ativamente do movimento dos Jovens Hegelianos. Seu pai faleceu neste mesmo ano.[2] Em 1841, obteve o título de doutor em Filosofia com uma tese sobre as "Diferenças da filosofia da natureza em Demócrito e Epicuro".[2] Impedido de seguir uma carreira acadêmica,[3] tornou-se, em 1842, redator-chefe da Gazeta Renana (Rheinische Zeitung), um jornal da província de Colônia;[4] conheceu Friedrich Engels neste mesmo ano, durante visita deste a redação do jornal.[2]



Bibliografia
http:pt.wilkipedia.org
Acessado EM 20/10/2010 as 21:02hs

AUGUSTE COMTE

Auguste Comte nasceu em Montpellier, França, a 19 de janeiro de 1798, filho de um fiscal de impostos. Suas relações com a família foram sempre tempestuosas e contêm elementos explicativos do desenvolvimento de sua vida e talvez até mesmo de certas orientações dadas às suas obras, sobre­tudo em seus últimos anos. Freqüentemente, Comte acusava os familiares (à exceção de um irmão) de avareza, culpando-os por sua precária situação econômica. O pai e a irmã, ambos de saúde muito frágil, viviam reclamando maior participação de Auguste em seus problemas. A mãe apegou-se a ele de forma extremada, solicitando sua atenção “da mesma maneira que um mendigo implora um pedaço de pão” para sobreviver, como diz ela em carta ao filho já adulto. Tão complexos laços familiares foram afinal rompidos por Comte, mas deixaram-lhe marcas pro­fundas.

Com a idade de dezesseis anos, em 1814, Comte ingressou na Escola Poli­técnica de Paris, fato que teria significativa influência na orientação posterior de seu pensamento. Em carta de 1842 a John Stuart Mill (1806-1873), Comte fala da Politécnica como a primeira comunidade verdadeiramente científica, que deveria servir como modelo de toda educação superior. A Escola Politécnica tinha sido fundada em 1794, como fruto da Revolução Francesa e do desenvolvi­mento da ciência e da técnica, resultante da Revolução Industrial. Embora permanecesse por apenas dois anos nessa escola, Comte ali recebeu a influência do trabalho intelectual de cientistas como o físico Sadi Carnot, (1796-1832), o matemático Lagrange (1736 -1813) e o astrônomo Pierre Simon de Laplace (1749-1827). Especialmente importante foi a influência exercida pela Mecânica Analítica de Lagrange: nela Comte teria se inspirado para vir a abordar os princípios de cada ciência segundo uma perspectiva histórica.

Em 1816, a onda reacionária que se apoderou de toda a Europa, depois da derrota de Napoleão e da Santa Aliança, repercutiu na Escola Politécnica. Os adeptos da restauração da Casa Real dos Bourbon conseguiram o fechamento temporário da Escola, acusando-a de jacobinismo Comte deixou a Politécnica e, apesar dos apelos insistentes da família, resolveu continuar em Paris. Nesse período sofreu as influências dos chama­dos “ideólogos”: Destutt de Tracy (1754 – 1836), Cabanis (1757 - 1808) e Volney (1757 - 1820). Leu também os teóricos da economia política, como Adam Smith (1723 - 1790) e Jean-Baptiste Say (1767 - 1832), filósofos e historiadores como David Hume (1711 - 177 6) e W William Robertson (1721 - 1793). O fator mais decisivo para sua formação foi, porém, o estudo do Esboço o de um Quadro Histórico dos Progressos do Espírito Humano, de Condor­cet (1743 - 1794), ao qual se referiria, mais tarde, como "meu imediato predecessor". A obra de Condorcet traça um quadro do desenvolvimento da humanidade, no qual os descobrimentos e invenções da ciência e da tecnologia desempenham papel preponderante, fazendo o homem caminhar para uma era em que a organização social e política seria pro­duto das luzes da razão: Essa idéia tornar-se-ia um dos pontos fundamentais da filosofia de Comte.



O filósofo e sua musa


Um ano depois de sair da Escola Poli­técnica, em 1817, Comte tornou-se secretário de Saint-Simon (1760 - 1825), do qual receberia profunda influência. Em carta de 1818, Comte declara, sobre suas relações com Saint-Simon: "Pela cooperação e amizade com um desses homens que vêem longe nos domínios da filosofia política, aprendi uma multidão de coisas, que em vão procuraria nos livros; e no meio ano durante o qual estive associado a ele meu espírito fez maiores progressos do que faria em três anos, se eu estivesse sozinho; o trabalho desses seis meses desenvolveu minha concepção das ciências políticas e, indireta­mente, tornou mais sólidas minhas idéias sobre as demais ciências...”.

Essa íntima ligação intelectual foi extremamente proveitosa para Comte, pois acelerou seu processo de desenvolvimento. Terminou, contudo, de maneira tempestuosa, como acontecia com quase todas as relações pessoais de Comte. Ele e Saint-Simon eram de temperamentos muito diversos para que pudessem trabalhar juntos durante muito tempo: o rompimento ocorreu quando o discípulo começou. a sentir-se independente do mestre, discordando de suas idéias sobre as relações entre a ciência e a reorganização da sociedade. Comte não aceitava o fato de Saint-Simon, nesse período, deixar de lado seus planos de reforma teórica do conhecimento e dedicar-se a tarefas práticas no sentido de formar uma nova elite industrial e científica, que teria como alvo a reforma da ordem social. O conflito culminou com a publicação do Plano de Trabalhos Científicos Necessários à Reorganização da Sociedade, escrito por Comte e do qual Saint-Simon discordou ou. A separação entre o s dois ocorreu em 1824. No mesmo ano, Comte casou-se com Caroline Massin e, não tendo mais os proventos de secretário de Saint-Simon, passou a ganhar a vida dando aulas particulares de matemática. Dois anos depois, exatamente no dia 2 de abril de 1826, iniciou em sua própria casa um curso, do qual resultou uma de suas principais obras, o Curso de Filosofia Positiva, em seis volumes, publicados a partir de 1830. Alguns dos maiores nomes da época freqüentavam suas aulas, como o fisiólogo Henri­Marie de B Blainville (1777 - 1850) e o psicólogo Jean-Étienne Esquirol (1772 - 1840).

O curso, no entanto, foi interrompido logo na terceira aula, devido à crise mental sofrida por Comte, à qual se seguiu profunda depressão melancólica. Depois disso, Comte tornou-se repetidor de análise matemática e de mecânica, não tendo conseguido elevar-se a funções superiores, apesar de várias tentativas em concursos para obtenção de cátedra. Em 1838, as relações com a esposa pioraram sensivelmente até a completa separação em 1842.

Dois anos após separar-se de Caroline, Comte publicou o Discurso sobre o Espírito Positivo, ao mesmo tempo em que perdeu o posto de examinador de admissão na Escola Politécnica. A exclusão definitiva da Escola Politécnica resultou sobretudo das críticas aos matemáticos, feitas no prefácio do último volume do Curso de Filosofia Positiva, editado em 1842. Atacar o os especialistas em matemática, Comte afirmava ter chega­do o tempo de os biólogos e sociólogos ocuparem o primeiro posto no mundo intelectual.

A perda do meio de sobrevivência fez com que Comte passasse a ser sustentado por amigos e admiradores, como o filósofo John Stuart Mill (1806-1873) e o dicionarista Littré (1801-1881), seu entusiasmado discípulo.

Em 1844, Comte conheceu a mulher que iria transformar sua vida e dar nova orientação ao seu pensamento. Chamava-se Clotilde de Vaux e era esposa de um homem que se encontrava preso por crime infamante. Clotilde de Vaux, contudo, considerava indissolúvel seu casa­mento não permitindo que suas relações com o filósofo ultrapassassem os limites de uma íntima amizade. Comte apaixonou-se perdidamente por Clotilde e pretendeu transformá-la em nova Beatriz, a musa de Dante. Nela, encontrou alguém que lhe permitiu expressar todos os seus sentimentos e necessidades emocionais. A afeição tornou-se ainda mais profunda com a morte de Clotilde, um ano depois. Comte transformou-a então no gênio inspirador de uma nova religião, cujas idéias se encontram numa extensa obra em quatro volumes, publicados entre 1851 e 1854: Política Positiva ou Trata­do de Sociologia Instituindo a Religião da Humanidade. Além dessa obra, Comte publicou, em 1852, o Catecismo Positivista ou Exposição Sumária da Religião Universal. Para esse trabalho, preparou-se, fazendo “higiene cerebral”, por ele entendida como abstenção de quaisquer leituras e aprofundamento na meditação solitária. Pretendia, assim, afastar-se de todos os elementos perturbadores e assegurar unidade ao projeto de constituição das doutrinas da nova religião: Nesse mesmo período, dedicou-se ao estudo da música, à poesia italiana e espanhola e à leitura da Imitação de Cristo, obra que considerava um grande poema sobre a natureza humana. A palavra "Deus" do texto da Imitação deveria, segundo Comte, ser entendida como significando a humanidade em geral.

Leia um ensaio crítico sobre o relacionamento entre Auguste Comte e Clotilde de Vaux. Clique aqui.

Os últimos anos da vida de Comte transcorreram em grande solidão e desencanto, sobretudo por ter sido abandonado por Littré; seu mais famoso discípulo não concordava com a idéia de uma nova religião. Auguste Comte faleceu no dia 5 de setembro de 1857.



Os três temas básicos


O núcleo da filosofia de Comte radica na idéia de que a sociedade só pode ser convenientemente reorganizada através de uma completa reforma intelectual do homem. Com isso, distintingue-se de outros filósofos de sua época como Saint-Simon e Fourier, preocupados também com a reforma das instituições, mas que prescreviam modos mais diretos para efetivá-la. Enquanto esses pensadores pregavam a ação prática imediata, Comte achava que antes disso seria necessário fornecer aos homens novos hábitos de pensar de acordo com o esta­do das ciências de seu tempo. Por essa razão, o sistema comteano estruturou-se em torno de três temas básicos. Em primeiro lugar, uma filosofia da história com o objetivo de mostrar as razões pelas quais uma certa maneira de pensar (chamada por ele filosofia positiva ou pensamento positivo) deve imperar entre os homens. Em segundo lugar, uma fundamentação e classificação das ciências baseadas na filosofia positiva. Finalmente, uma sociologia que, deter­minando a estrutura e os processos de modificação da sociedade permitisse a reforma prática das instituições. A esse deve-se acrescentar a forma religiosa assumida pelo plano de renovação social, proposto por Comte nos seus últimos anos de vida.



O progresso do espírito


A filosofia da historia – primeiro tema da filosofia de Comte – pode ser sintetizada na sua célebre lei dos três estados: todas as ciências e o espírito humano como um todo desenvolvem-se através de três fases distintas: a teológica, a metafísica e a positiva.

No estado teológico, pensa Comte, o número de observações dos fenômenos reduz-se a poucos casos e, por isso, a imaginação desempenha papel de primeiro plano. Diante da diversidade da natureza, o homem só consegue explicá-­la mediante a crença na intervenção de seres pessoais e sobrenaturais. O mundo torna-se compreensível somente através das idéias de deuses e espíritos. Segundo Comte, a mentalidade teológica visa a um tipo de compreensão absoluta; o homem, nesse estágio de desenvolvi­mento, acredita ter posse absoluta do conhecimento. Para além dos limites dos seres sobrenaturais, o homem não coloca qualquer problema, sentindo-se satisfeito na medida em que a possibilidade de recorrer à intervenção das divindades fornece um quadro para compreensão dos fenômenos que ocorrem ao seu redor.

Paralelamente às funções de explicação da natureza, a mentalidade teológica desempenharia também relevante papel de coesão social, fundamentando a vida social. Confiando em poderes imutáveis, fundados na autoridade, essa mentalidade teria como forma política correspondente a monarquia aliada ao militarismo.

O estado teológico, para Comte, apresenta-se dividido em três períodos sucessivos: o fetichismo, o politeísmo e o monoteísmo. No fetichismo, uma vida espiritual, semelhante à do homem, é atribuída aos seres naturais. O politeísmo esvazia os seres naturais de suas vidas anímicas - tal como concebidos no estágio anterior - e atribui a animação desses seres não a si mesmos, mas a outros seres, invisíveis e habitantes de um mundo superior. No monoteísmo, a distância entre os seres e seus princípios explicativos aumenta ainda mais; o homem, nesse estágio, reúne todas as divindades em uma só.

A fase teológica monoteísta representaria, no desenvolvimento do espírito humano, uma etapa de transição para o estado metafísico. Este, inicialmente, concebe “forças” para explicar ficar os diferentes grupos de fenômenos, em substituição às divindades da fase teológica. Fala-se então de uma “força física”, uma “força química”, uma “força vital”. Num segundo período, a mentalidade metafísica reuniria todas essas forças numa só, a chamada “natureza”, unidade que equivaleria ao deus único do monoteísmo.

O estado metafísico tem, segundo Comte, outros pontos de contato com o teológico. Ambos tendem à procura de soluções absolutas para os problemas do homem; a metafísica, tanto quanto a teologia, procura explicar a “natureza íntima” das coisas, sua origem e destino últimos, bem como a maneira pela qual são produzidas. A diferença reside no fato de a metafísica colocar o abstrato no lugar do concreto e a argumentação no lugar da imaginação. Nessa perspectiva comteana, o estado metafísico se caracterizaria fundamentalmente pela dissolução do teológico. A argumentação, penetrando nos domínios das idéias teológicas, traria à luz suas contradições inerentes e substituiria a vontade divina por "idéias" ou "forças". Com isso, a metafísica destruiria a idéia teológica de subordinação da natureza e do homem ao sobrenatural. Na esfera política, o espírito metafísico corresponderia a uma substituição dos reis pelos juristas; supondo-se a sociedade como originária de um contrato, tende-se a basear o Estado na soberania do povo.



O pensamento positivo


O estado positivo caracteriza-se, segundo Comte, pela subordinação da imaginação e da amamentação à observação. Cada proposição enunciada de maneira positiva deve corresponder a um fato, seja particular, seja universal. Isso não significa, porém, que Comte defenda um empirismo puro, ou seja, a redução de todo conhecimento à apreensão exclusiva de fatos isolados. A visão positiva dos fatos abandona a considera­cão das causas dos fenômenos (procedimento teológico ou metafísico) e torna-se pesquisa de suas leis, entendidos como relações constantes entre fenômenos observáveis. Quando procura conhecer fenômenos psicológicos, o espírito positivo deve visar às relações imutáveis presentes neles - como quando trata de fenômenos físicos, como o movimento ou a massa; só assim conseguiria realmente explicá-los. Segundo Comte, a procura de leis imutáveis ocorreu pela primeira vez na história quando os antros gregos criaram a astronomia matemática. Na época moderna, o mesmo procedimento invento reaparece em Bacon (1561 - 1626), Galileu (1564 - 1642) e René Descartes (1596 - 1650), os fundadores da filosofia positiva, para Comte.

A filosofia positiva, ao contrário dos estados teológico e metafísico, considera impossível a redução dos fenômenos naturais a um só princípio (Deus, natureza ou outro experiência equivalente). Segundo Comte, a experiência nunca mostra mais do que uma limitada interconexão entre determinados fenômenos. Cada ciência ocupa-se apenas com certo grupo de fenômenos, irredutíveis uns aos outros. A unidade que o conhecimento pode alcançar seria, assim, inteiramente subjetiva, radicando no fato de empregar-se um mesmo método, seja qual for o campo em questão: uma idêntica metodologia produz convergência e homogeneidade de teorias.

Essa unidade do conhecimento não é apenas individual, mas também coletiva; isso faz da filosofia positiva o funda­mento intelectual da fraternidade entre os homens, possibilitando a vida prática em comum. A união entre a teoria e a prática seria muito mais íntima no esta­do positivo do que nos anteriores, pois o conhecimento das relações constantes entre os fenômenos torna possível deter­minar seu futuro desenvolvimento. O conhecimento positivo caracteriza-se pela previsibilidade: “ver para prever” é o lema da ciência positiva. A previsibilidade científica permite o desenvolvi­mento da técnica e, assim, o estado positivo corresponde à indústria, no sentido de exploração da natureza pelo homem.

Em suma, o espírito positivo, segundo Comte, instaura as ciências como investigação do real, do certo e indubitável, do precisamente determinado e do útil. Nos domínios do social e do político, o estágio positivo do espírito humano marcaria a passagem do poder espiritual para as mãos dos sábios e cientistas e do poder material para o controle dos industriais.

Bibliografia
Postado por; PAULO EDUARDO as 21:00 20 de outubro de 2010
Fonte;http://www.culturabrasil.pro.br/comte.htm

ÉMILE DURKHEIM

Émile Durkheim (Épinal, 15 de abril de 1858 — Paris, 15 de novembro de 1917) é considerado um dos pais da sociologia moderna. Durkheim foi o fundador da escola francesa de sociologia, posterior a Marx, que combinava a pesquisa empírica com a teoria sociológica. É amplamente reconhecido como um dos melhores teóricos do conceito da coersão social.

Partindo da afirmação de que "os fatos sociais devem ser tratados como coisas", forneceu uma definição do normal e do patológico aplicada a cada sociedade, em que o normal seria aquilo que é ao mesmo tempo obrigatório para o indivíduo e superior a ele, o que significa que a sociedade e a consciência coletiva são entidades morais, antes mesmo de terem uma existência tangível. Essa preponderância da sociedade sobre o indivíduo deve permitir a realização desse, desde que consiga integrar-se a essa estrutura.

Para que reine certo consenso nessa sociedade, deve-se favorecer o aparecimento de uma solidariedade entre seus membros. Uma vez que a solidariedade varia segundo o grau de modernidade da sociedade, a norma moral tende a tornar-se norma jurídica, pois é preciso definir, numa sociedade moderna, regras de cooperação e troca de serviços entre os que participam do trabalho coletivo (preponderância progressiva da solidariedade orgânica).

A sociologia fortaleceu-se graças a Durkheim e seus seguidores. Suas principais obras são: Da divisão do trabalho social (1893); Regras do método sociológico (1895); O suicídio (1897); As formas elementares de vida religiosa (1912). Fundou também a revista L'Année Sociologique, que afirmou a preeminência durkheimiana no mundo inteiro.

Émile Durkheim nasceu em Épinal, na Alsácia no dia 15 de abril de 1858. Descendente de uma família judia. Iniciou seus estudos filosóficos na Escola Normal Superior de Paris, indo depois para Alemanha. Ainda moço decidiu não seguir o caminho dos familiares levando, pelo contrário, uma vida bastante secular. Em sua obra, por exemplo, explicava os fenômenos religiosos a partir de fatores sociais e não divinos. Tal fato não o afastou, no entanto, da comunidade judaica. Muitos de seus colaboradores, entre eles seu sobrinho Marcel Mauss formaram um grupo que ficou conhecido como escola sociológica francesa. Entrou na École Normale Supérieure em 1879 juntamente com Jean Jaurès e Henri Bergson. Durante estes estudos teve contatos com as obras de Augusto Comte e Herbert Spencer que o influenciaram significativamente na tentativa de buscar a cientificidade no estudo das humanidades. Suas principais obras são: Da divisão do trabalho social, As regras do método sociológico, O suicídio, Formas elementares da vida religiosa, Educação e sociologia, Sociologia e filosofia, e Lições de sociologia.

[editar] Pensamento
Durkheim formou-se em Filosofia, porém sua obra inteira é dedicada à Sociologia. Seu principal trabalho é na reflexão e no reconhecimento da existência de uma "Consciência Coletiva". Ele parte do princípio que o homem seria apenas um animal selvagem que só se tornou Humano porque se tornou sociável, ou seja, foi capaz de aprender hábitos e costumes característicos de seu grupo social para poder conviver no meio deste.

A este processo de aprendizagem, Durkheim chamou de "Socialização", a consciência coletiva seria então formada durante a nossa socialização e seria composta por tudo aquilo que habita nossas mentes e que serve para nos orientar como devemos ser, sentir e nos comportar. E esse "tudo" ele chamou de "Fatos Sociais", e disse que esses eram os verdadeiros objetos de estudo da Sociologia.

Nem tudo que uma pessoa faz é um fato social, para ser um fato social tem de atender a três características: generalidade, exterioridade e coercitividade. Isto é, o que as pessoas sentem, pensam ou fazem independente de suas vontades individuais, é um comportamento estabelecido pela sociedade. Não é algo que seja imposto especificamente a alguém, é algo que já estava lá antes e que continua depois e que não dá margem a escolhas.

O mérito de Durkheim aumenta ainda mais quando publica seu livro "As regras do método sociológico", onde define uma metodologia de estudo, que embora sendo em boa parte extraída das ciências naturais, dá seriedade à nova ciência. Era necessário revelar as leis que regem o comportamento social, ou seja, o que comanda os fatos sociais.

Em seus estudos, os quais serviram de pontos expiatórios para os inícios de debates contra Gabriel Tarde (o que perdurou praticamente até o fim de sua carreira), ele concluiu que os fatos sociais atingem toda a sociedade, o que só é possível se admitirmos que a sociedade é um todo integrado. Se tudo na sociedade está interligado, qualquer alteração afeta toda a sociedade, o que quer dizer que se algo não vai bem em algum setor da sociedade, toda ela sentirá o efeito. Partindo deste raciocínio ele desenvolve dois dos seus principais conceitos: Instituição social e Anomia.

A instituição social é um mecanismo de proteção da sociedade, é o conjunto de regras e procedimentos padronizados socialmente, reconhecidos, aceitos e sancionados pela sociedade, cuja importância estratégica é manter a organização do grupo e satisfazer as necessidades dos indivíduos que dele participam. As instituições são, portanto, conservadoras por essência, quer seja família, escola, governo, polícia ou qualquer outra, elas agem fazendo força contra as mudanças, pela manutenção da ordem.

Durkheim deixa bem claro em sua obra o quanto acredita que essas instituições são valorosas e parte em sua defesa, o que o deixou com uma certa reputação de conservador, que durante muitos anos causou antipatia a sua obra. Mas Durkheim não pode ser meramente tachado de conservador, sua defesa das instituições se baseia num ponto fundamental, o ser humano necessita se sentir seguro, protegido e respaldado. Uma sociedade sem regras claras (num conceito do próprio Durkheim, "em estado de anomia"), sem valores, sem limites leva o ser humano ao desespero. Preocupado com esse desespero, Durkheim se dedicou ao estudo da criminalidade, do suicídio e da religião. O homem que inovou construindo uma nova ciência inovava novamente se preocupando com fatores psicológicos mais uma vez, antes da existência da Psicologia. Seus estudos foram fundamentais para o desenvolvimento da obra de outro grande homem: Freud.

Basta uma rápida observação do contexto histórico do século XIX, para se perceber que as instituições sociais se encontravam enfraquecidas, havia muito questionamento, valores tradicionais eram rompidos e novos surgiam, muita gente vivendo em condições miseráveis, desempregados, doentes e marginalizados. Ora, numa sociedade integrada essa gente não podia ser ignorada, de uma forma ou de outra, toda a sociedade estava ou iria sofrer as consequências. Aos problemas que ele observou, ele considerou como patologia social, e chamou aquela sociedade doente de "Anomana". A anomia era a grande inimiga da sociedade, algo que devia ser vencido, e a sociologia era o meio para isso. O papel do sociólogo seria, portanto, estudar, entender e ajudar a sociedade.

Na tentativa de "curar" a sociedade da anomia, Durkheim escreve "Da divisão do trabalho social", onde ele descreve a necessidade de se estabelecer uma solidariedade orgânica entre os membros da sociedade. A solução estaria em, seguindo o exemplo de um organismo biológico, onde cada órgão tem uma função e depende dos outros para sobreviver, se cada membro da sociedade exercer uma função na divisão do trabalho, ele será obrigado através de um sistema de direitos e deveres, e também sentirá a necessidade de se manter coeso e solidário aos outros. O importante para ele é que o indivíduo realmente se sinta parte de um todo, que realmente precise da sociedade de forma orgânica, interiorizada e não meramente mecânica.

Postado por; PAULO EDUARDO as 20,59 de OUTUBRO de 2010
Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89mile_Durkheim

CULTURA ORGANIZACIONAL

Cultura é o termo genérico usado para significar duas acepções diferentes. De um lado, o conjunto de costumes, civilização e realizações de uma época ou povo, e, de outro lado, artes, erudição e demais manifestações mais sofisticadas do intelecto e da sensibilidade humana, consideradas coletivamente. A cultura organizacional nada tem a ver com isto. No estudo das organizações, a cultura equivale ao modo de vida da organização em todos os seus aspectos, como idéias, crenças, costumes, regras, técnicas, etc. Neste sentido, todos os seres humanos são dotados de cultura, pois fazem parte de algum sistema cultural. Em função disso, toda pessoa tende a ver e julgar as outras culturas a partir do ponto de vista de sua própria cultura. Daí o relativismo: as crenças e comportamentos só podem ser compreendidos em relação ao seu contexto cultural.

Cada organização cultiva e mantém a sua própria cultura. É por este motivo que algumas empresas são conhecidas por algumas peculiaridades próprias. Os administradores da Procter & Gamble fazem memorandos que não ultrapassam uma página. Todas as reuniões da Du Pont começam com um comentário obrigatório sobre segurança. O pessoal da Toyota está concentrado em perfeição.

A cultura representa o universo simbólico da organização e proporciona um referencial de padrões de desempenho entre de padrões de desempenho, entre os funcionários, influenciando a pontualidade, a produtividade e a preocupação com qualidade e serviço ao cliente.

A cultura exprime a identidade da organização. Ela é construída ao longo do tempo e passa a impregnar todas as práticas, impregnar todas as práticas, constituindo um complexo de representações mentais e um sistema coerente de significados que une todos os membros em torno dos mesmos objetivos e dos mesmos modos de agir. Ela serve de elo entre o presente e o passado e contribui para a permanência e a coesão da organização. Em outras palavras, a cultura organizacional representa as normas informais e não escritas que orientam o comportamento dos membros de uma organização no dia-a-dia e que direcionam suas ações para o alcance dos objetivos organizacionais. No fundo, é a cultura que define a missão e provoca o nascimento e o estabelecimento dos objetivos da organização. A cultura precisa ser alinhada juntamente com outros aspectos das decisões e ações da organização como planejamento, organização, direção e controle para que se possa melhor conhecer a organização.
A cultura organizacional é um sistema de idéias , técnicas, e artefatos que uma epresa usa para solucionar seus proleas do dia dia.

Postado por: Paulo EduardoSilva Oliveira dia 20 de outubro de 2010 às 20:57hs
Fontes:
http://www.coladaweb.com/administracao/cultura-organizacional
Livro Sociologia das Organizaçoes Reinaldo Dias

sábado, 18 de setembro de 2010

SOCIOLOGIA

SOCIOLOGIA
Conceito de Sociologia – é a ciência que procura explicar sobre quais condições específicas e características gerais os grupos humanos se constituem e se relacionam e quais os movimentos e os mesmos executam permanentemente .
Organização- é o conjunto de sistema abertos, onde pessoas interagem, colocando em prática conhecimento diversos e especializado, cujo o objetivo comum e realizar a missão da organização.
Os princípios ramos do conhecimento;
  • Mitologia: (religião ) – crença , sentidos das coisas, emocional;
  • Filosofia: raciocínio (argumento ) – visão do mundo, mental;
  • Ciência: raciocínio (prova) – conhecimento / certeza, mental;
  • Arte: fazer estético, cartase, emocional, amoral.
SOCIOLOGIA:
Filosofia – visão do mundo .
Psicologia – psiquê (mente, emoção – comportamento )
Sociologia – grupo sociais – influência.
Definição: estudo das inter-relações humanas, suas condições e consequências.
Fundamentos: o ser humano é um animal gregário, isto é necessita da companhia de outros para viver em plenitude.
Objeto: estudo da vida do ser humano em sociedade em relação à todos as atividade pelos quais mantém a luta pela existência, as regras
Sociologia – estudo é análise das influência sofridas pelo indivíduo em relação ao grupo social e / ou sociedade em que vive.
Existência / Estrutura Sociais
Fundamentação: "o ser humano é um animal gregário, esto é, depende tanto física, quando emocionalmente e mentalmente da campanha e solidariedade de outras seres humanos".
Desde que nasce, o indivíduo já faz porte de um determinado grupo: a família.
Juntamente com esta, pessoa ao processo de integração social na comunidade em que vive: escola; empresa, festividade, etc.
Desse modo, dependendo do grupo social no qual está inserido manifestará determinados tipos de comportamento aceito pela cultura.
COMPORTAMENTO SOCIALMENTE ACEITÁVEIS:
Num comportamento socialmente aceitável em um determinado grupo diretamente relacionado à identidade desse grupo surgem daí, os processos de liderança, encorporados aos comportamento considerados "elevados" para preservação e conquista dos objetivos propostos.
Nesta perspectiva é que surge a ética social
A palavra ética, etimologicamente, quer dizer caráter aceitável por um determinado grupo responsável pela sua identidade, cultural e seus objetivos.
Temos, assim, os mais diferentes tipos de ética, sempre relacionadas aos grupos sociais que compõem.
SOCIOLOGIA DA ADMINISTRAÇÃO:
Numa das primeiras teorias sociológicas desenvolvidas no universo da gestão empresarial recebeu o nome de Teoria Clássica proposta por Fredench Taylor mais especialmente "TAYLORISMO".
O "TAYLORISMO" parte da concepção que a natureza humana é má e indolente, portanto, sujeita a todos os tipos de influência mormente, as influência negativas.
Essas influencia negativas faz com que o ser humano exteriorize preguiça, má-fé, desinteresse e outras atitudes inconvenientes em seu trabalho.
A solução TAYLORITA propõe vigilância absoluta. É preciso emitir estímulos inibidores da ação contraproducente individual para que essa não se torne coletiva.
Vigias e punir, eis os dois grande pilares sobres os quais está assentado o "TAYLORISMO", pois a reação é o comportamento dos seres humanos está diretamente relacionado aos estímulos que o mesmo receber.
E
R
Comportamento
Comportamento individual
Comportamento coletivo
Processo de Produção
Eficiência...................
FUNDAMENTOS do "Taylorismo"
A natureza humana é má = precisa ser punida para ser educada.
Educa-se através de exemplo = o exemplo é contagiante.
A vigilância mantém o comportamento desejado = quando mais vigilância , maior a eficiência.
O padrão adequado = o emprego deve ser estimulado a provar que não é indolente.
TAYLOR – males da indústria:
  • Vadiagem;
  • Desconhecimento pela gerência da rotina de trabalho;
  • Falta de uniformidade nas técnicas e métodos.
×
O grande erro dos métodos na administração está relacionado ao empirismo.
ORGANIZAÇÃO RACIONAL DO TRABALHO:
Operário não tem base científica ( racionalismo ), portanto, cabe ao chefe ser racional distribuindo as tarefas, isto é: Planejar, Organização, Dirigir e Controlar.
TAYLOR – 1911. ( administração centrada na produção )
Ø 1.929 – A grande depressão norte – americano, fortalecimento dos sindicatos.
Teoria da Relações Humanas:
Psicologia – motivação
Objetivo: transforma o objetivo do funcionário no objetivo da empresa.
Administração centrada nas vendas:
Concepções Administrativas:
TAYLOR – o importante é o produção, em bem produto vende por se mesmo.
Teoria das Relações Humanas. Um bom produto, necessita ser bem anunciado.
É importante a empatia com o consumidor para atrair simpatia.
É preciso motivar tanto para a produção quando para o consumo.
Diferentemente das concepções de TAYLAR, a teoria da R.H, parte do pressuposto que o ser humano é bom e produz com satisfação desde que motivado, isto é, desafiado, elogiado, reconhecido pelo seu trabalho, surgem os grandes clássicos dos R.H. " O empregado é influenciar pessoas". A realização profissional etc.
SOCIOLOGIA:
"A matéria é anterior à consciência. Esse é um dos primeiros axiomas da sociologia marxista que vai buscar na base material da sociedade, isto é, em sua infra- estrutura as causas da origem e do desenvolvimento das organizações.
Nesta perspectiva a teoria do TAYLOR, voltada diretamente para o processo de produção seria consequência direta da economia de escola ( á linha de montagem ).
A linha de montagem surgui nos E.U.A e, 1908, provocando uma verdadeira revolução no setor de produção.
Portanto, assentada nesta nova tecnologia, robotezadora no ser humano, produzir cada vez mais e mais, torna-se imprescindível.
Entretanto, com a nova disposição e transformação da economia na década de 30 cm. , com a crise de superprodução, apenas produzir não era suficiente, era, preciso, pois vender. Vender para não falir.
Ocorre, então, uma nova revolução no processo de gestão administrativa: para vender é preciso ser sociável, amigo dos subordinados, surge, daí, a teoria das relações humanas, isto é, rigidez da "administração científica" proposta por TAYLOR e mais tarde por FALOR, é substituída por técnicas de gerenciamento assentadas na psicologia.
Outro fator determinante para esta mudança esteve relacionada também ao crescimento dos sindicatos concomitantemente ao desenvolvimento do primeiro grande veículo doméstico de comunicação de massas; o rádio.
Assim, intendendo a matéria como dado primário e a consciência como reflexo desta, pode-se inferir as formas de organização social e os processos de gerenciamento.
CRÍTICAS AO TAYLORISMO:
  • Crise 29;
  • "Tempos modernos"- Charlles Chaplin;
  • Conquista sindicais.
Apologias das Relações Humanas
  • Dale Carnegie e o grupo da escola Mayo.


ESCOLA MAYO:
  • Importância das pesquisas sociais;
  • Conhecimento do repertório do público alvo;
  • Persuadir e influenciar através da mídia;
  • Promoção e criação e eventos que seduzem importância da vitrine:
SOCIOLOGIA – Teoria do Comportamento:
Com o enorme desenvolvimento da economia a partir dos anos 50, e a conseqüente expansão das empresas multinacionais européias e principalmente norte americanos, a teoria das Relações Humanas surgidas a partir da década de 30, embora ainda permanecesse, passa progressivamente a dar lugar à teoria do comportamento.
A Teoria do Comportamento desenvolvida por SKINNER, fundamenta-se nos estudos desenvolvidos por psicólogos denominado BEHAVORISTAS.
O BEHAVORISMO desenvolve o pressuposto que o todo estímulo corresponde a uma resposta de acordo com o estímulo provocado.
As Teorias da gestão empresarial consideram a teoria do comportamento como o desenvolvimento natural da administração cientifica ( TAYLOR e FAYOL ) associado à alguns aspectos da teoria das Relações Humanas.
Desse modo, com a grande expansão das multinacionais; para outros continentes se tornar necessário nivelar os procedimentos culturais dos diferentes povos a uma mesma norma.
O treinamento dos gerentes se transformou em fator essencial do êxito empresarial, no que ele assume diferente papeis, isto é, o próprio condutor.
Dentro da teoria do comportamento, surgem como complemento , para orientação do líder, outros vertentes psicológicos, dentre elas podemos destacar a Análise Transacional (A.T).
A Análise Transacional partindo de pressuposto Freudianos, incorpora os estados de ego: Pai, Adulto, Criança; devemos daí as três posturas básicas – Perseguidor, Vítima e Salvador tão presente no cotidiano das empresas.
ESTUDO DO EGO:
Algumas situações:
Chefe: "Faça tal serviço". PAI – CRIANÇA
Subordinado: "Não sei se consigo".
C- "Faça tal serviço".
S- "Já ouvi".
C- "Faça tal serviço".
S- "em 10 minutos estará pronto".
Criança – sentindo-se sempre vítima das circunstâncias manhosa e inconstante. Estímulos: ciência, medo, preguiça, dependência.
Respostas: Ordem, motivação, entusiasmo, orientação
¯
Frase imperativas e amigáveis.
Estímulo: Pai- teimoso, orgulhoso, ofensivo.
Respostas: energia, decidida, ação firmemente dirigida.
¯
Frase fortes e intransigentes.
Estímulo: Adulto – Colaboracionista, automotivado sobre o que quer.
Respostas: Companheirismo, liberdade de ação, propósitos criativos.
SOCIOLOGIA:
Na década de 60, uma nova onda tecnológica surge: o desenvolvimento das telecomunicação e a conseqüente aceleração da sociedade de consumo.
Na década de 70, irá concretizar essa tendência da década passada . É definitivamente a era do MARKETING. Tem início, então, o que ficou denominado: a era do consumo.
Os setores de produção ficam subordinados quase que diretamente ao êxito do marketing.
Em consequência disso, no final da década de 70 e início dos anos 80, começa a se agravar a crise de desemprego.
Qual seria a origem do desemprego ?
Evidentemente, as crises do superprodução que só podem ser solucionadas através do MARKETING. Em decorrência disso as profissões tão valorização na década de 40 e 50, deixam de ser as mais procuradas. Surge o executivo do marketing.
A teoria comportamental de Skimer dá lugar a outra corrente de pensamento relacionado diretamente ao processo de comunicação.
Assim , uma nova teoria domina o processo de gestão empresarial: A Teoria de informação.
Ultimamente, derivada dela, surgiram várias teorias voltadas para à comunicação: neurolingüística, inteligência emocional e outras.
Essas teorias procuram adaptar o indivíduo naturalmente às constantes mudanças econômicas, políticas e sociais, com as quais o indivíduo moderno convive diariamente. Trabalhar sobre pressão, eis grande virtude proposta por essas teorias.

SOCIOLOGIA – Trabalho e Emprego:
Com a continua diminuição do emprego, consequentemente direto do estupendo desenvolvimento tecnológico dos últimos 20 anos, a sociedade humana passa por um novo e emergente processo de transformação.
Transformação essa já visível em muitos das instituição sociais, atravessando sérios crises de legitimidade em virtude do novo perfil profissional.
Por exemplo os órgãos policiais são constantemente questionados em seus procedimentos; faz-se justiça, reprimindo aqueles que por problemas sociais ( desemprego, analfabetismo, etc...) afrontam a lei?
  • A escola como é atualmente, prepara para a trabalho? Qual e a sua função?
  • Os meios de comunicação informam ou desenformam?
Essas e tantas outras questões recebem das teorias das ciências sociais, as mais diferentes soluções, entretanto, para efeito de uma primeira abordagem, classificaremos suas posições em dois grupos: Apocalípticos e Integrados.
Os Apocalípticos partindo do pressuposto que só teremos existência digna para uma pequena percentagem da humanidade, por exemplo 20%.
Os Integrados afirmando que com a tecnologia entramos na era do lazer, portanto, teremos maior tempo para viver intensamente à vida cotidiana.
Bibliografia: Apocalíptico – Otávio IANNI –"globalização" Ed. ZAHAR
Integrado –Domênico de masi – Ed. Campus.


Modelo de motivação de Maslow
O psicólogo Abraham Maslow formulou um modelo da motivação humana que exerce grande influência sobre o pensamento administrativo. Esse modelo considera que as necessidades humanas organizam-se segundo uma hierarquia, na qual as necessidades de nível mais baixo prevalecem sobre as de nível mais alto. Apesar disso, são exatamente as aspirações do nível mais alto que levam à realização do potencial dos seres humanos, à vida feliz e aos momentos de plenitude.